sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Pecado Oculto


PASTORAL: O PECADO OCULTO É CAUSA DE DERROTAS E FRACASSOS
O FAROL Nº 1161 – De 31.1 a 6.2.10
Josué 7
O propósito desta Pastoral é reafirmar que o pecado oculto, escondido, camuflado, não revelado e não tratado causa a retenção de bênçãos de Deus, os fracassos e as derrotas na vida do crente e da Igreja.
O povo de Israel vinha de grande vitória sobre a cidade de Jericó, Js 6, e estava caminhando para tomar posse da terra prometida por Deus, além do Jordão, depois de longa peregrinação pelo deserto por quase 40 anos. “Jericó estava completamente fechada por causa dos israelitas. Ninguém saía nem entrava.” (6.1)
Por isso Jericó se constituía em obstáculo na caminhada do povo de Israel: contornar a cidade pelo deserto seria uma volta muito longa e cansativa.
Como Israel não estivesse autorizado a atravessar a cidade, Deus orientou o líder Josué como destruí-la. Tinha que ser destruída! Ao ser destruída, Jericó se tornou marco de vitória para novas conquistas do povo e do exército de Israel.
Deus havia dado ordem aos israelitas que não levassem nada dos despojos de Jericó: só os objetos de ouro, prata, bronze e ferro deveriam ser levados e consagrados ao Senhor: “Mas fiquem longe das coisas consagradas, não se apossem de nenhuma delas, para que não sejam destruídos. Do contrário trarão destruição e desgraça ao acampamento de Israel. Toda a prata, todo o ouro e todos os utensílios de bronze e de ferro são sagrados e pertencem ao SENHOR e deverão ser levados para o seu tesouro”. (Js 6:18 e 19).
Despojos conservados com o povo se tornariam em ferida cancerosa, que se espalharia por todo  o povo de Israel, para matar e destruir a vida e roubar-lhes a vitória.
O próximo obstáculo na sua caminhada seria a pequena cidade de Ai, considerada insignificante pelos espiões israelitas. Na opinião dos espiões, dois a três mil soldados seriam suficientes para derrotá-la. Subestimaram o inimigo: “Sucedeu que Josué enviou homens de Jericó a Ai, que fica perto de Bete-Áven, a leste de Betel, e ordenou-lhes: “Subam e espionem a região”. Os homens subiram e espionaram Ai. Quando voltaram a Josué, disseram: “Não é preciso que todos avancem contra Ai. Envie uns dois ou três mil homens para atacá-la. Não canse todo o exército, pois eles são poucos” (v.3).
Com base no parecer dos espiões, Josué destacou e enviou 3000 soldados para destruir Ai, os quais foram derrotados, perseguidos e fugiram covardemente e 36 deles morreram.
Podemos extrair lições importantes deste episódio:
1ª) O orgulho da vitória de Israel sobre Jericó subiu à cabeça deles e lhes tirou o senso da prudência, da vigilância e da obediência a Deus;
2ª) O fato de ter recebido uma bênção ou uma vitória não pode permitir que se relaxe na vigilância, na obediência e na continuidade de busca incessante a Deus!
O problema que lhes veio em seguida foi pior: Deus não estava mais lutando por Israel!
Você poderá dizer: Mas o que tem a ver esse episódio da vitória e da derrota de Israel com a esta Igreja de hoje? Digo-lhe que tem tudo a ver: a Igreja é o Israel de Deus nesta Dispensação da Graça! Somos Seu povo a quem Deus libertou e verdadeiramente somos livres!
Vamos refletir sobre:
1. DEUS RETIRA OU RETÉM A SUA BENÇÃO QUANDO HÁ PECADO OCULTO E NÃO TRATADO NO MEIO DA IGREJA
O pecado de um homem, Acã, envolveu, prejudicou toda a Nação de Israel. E prejudica toda a Igreja hoje!  “Mas os israelitas foram infiéis com relação às coisas consagradas. Acã… apossou-se de algumas delas. E a ira do SENHOR acendeu-se contra Israel.” (Js 7.1). Este Foram infiéis” é o mesmo que prevaricar (edição da bíblia ERA), que quer dizer faltar ao dever; faltar, por interesse ou por má fé, aos deveres de seu cargo, do seu ministério. A ordem do Senhor era clara aos israelitas: “Mas fiquem longe das coisas consagradas, não se apossem de nenhuma delas, para que não sejam destruídos. Do contrário trarão destruição e desgraça ao acampamento de Israel.” (Js 6.18). Deus tomou a desobediência coletiva pela unidade: “Israel pecou. Violou a aliança que eu lhe ordenei. Apossou-se de coisas consagradas, roubou-as, escondeu-as e as colocou junto de seus bens.” (7.11)
A Igreja sofre fracassos e derrotas quando há pecado oculto, camuflado, escondido, não revelado, não tratado no meio do povo de Deus. Os cultos são amarrados, o louvor se arrasta, há queixumes, muitos manifestam vontade de parar com tudo, de desistir, de ir embora, de sair da Igreja, as orações não sobem ao Trono de Deus!
O pecado oculto, camuflado, escondido, não revelado, não tratado não acontece de repente.  Há todo um processo progressivo e premeditado. Primeiro é concebido no coração e depois na ação. Veja como exemplo o adultério de Davi com Base Seba. Davi teve tempo para interromper a ação pecaminosa e não o fez.
Vejamos os passos da derrota de Acã, de Israel, muito semelhantes ao que acontece com a Igreja nos dias de hoje: “Acã respondeu: “É verdade que pequei contra o SENHOR, o Deus de Israel. O que fiz foi o seguinte: quando vi entre os despojos uma bela capa feita na Babilônia, 2 quilos e 400 gramas de prata e uma barra de ouro de 600 gramas, eu os cobicei e me apossei delesEstão escondidos no chão da minha tenda, com a prata por baixo”. (vs.20 e 21).
Passos:
(1) Cobiçou - “quando vi entre os despojos… eu os cobicei” – os olhos são a porta do pensamento e do coração! Há um ditado popular que diz: “O que os olhos não vêm, o coração não sente!”
(2) Tomou posse indevida – furtou, roubou “e me apossei deles”. A fornicação (relações sexuais entre solteiros), o adultério (relações sexuais entre pessoas casadas, ou uma delas pelo menos), a não entrega do dízimo são tomada de posse indevida! Tomar posse de algo ou de alguém que não nos pertence (ou ainda não nos pertence!) é pecado.
(3) Ocultou, escondeu – trouxe o pecado para dentro de casa “Estão escondidos no chão da minha tenda, com a prata por baixo”. Dá para esconder o pecado? – “Deus é Espírito!…” Não há barreiras para a visibilidade, para o conhecimento de Deus!
Adão e Eva quando desobedeceram a Deus (Gn 3), pecaram. Sua atitude foi de  se esconder de Deus entre arbustos… Tem cabimento uma atitude dessa?
Ananias e Safira resolveram vender uma propriedade e entregar o produto da venda ao Senhor através dos apóstolos-líderes da Igreja, mas mentiram ao Espírito Santo e foram mortos de maneira fulminante: A intenção de dar a Deus era boa, mas Deus pesou Sua mão por causa do pecado oculto da mentira. Não pode haver comunhão entre o Deus Santo e o Homem em pecado: “Por isso os israelitas não conseguem resistir aos inimigos; fogem deles porque se tornaram merecedores da sua destruição. Não estarei mais com vocês, se não destruírem do meio de vocês o que foi consagrado à destruição.” (v.12).
O pecado oculto, camuflado, escondido, não revelado, não tratado causa a retenção de bênçãos de Deus, os fracassos e a derrota na vida espiritual do crente e da Igreja.: “Há coisas consagradas à destruição no meio de vocês, ó Israel. Vocês não conseguirão resistir aos seus inimigos enquanto não as retirarem.” (v.13).
2. AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO OCULTO, CAMUFLADO, ESCONDIDO, NÃO REVELADO, NÃO TRATADO SÃO IMEDIATAS E ABERTAS
A desobediência mina as forças do homem porque pesam contrariamente na sua consciência: “Mas, se vocês não fizerem isso, estarão pecando contra o SENHOR; e estejam certos de que vocês não escaparão do pecado cometido.” (Nm 32.23).
Não adianta encobrir, fugir, esconder-se. Deus o sabe tudo de nós e onde nós estamos: “Sim, pois são muitas as nossas transgressões diante de ti, e os nossos pecados testemunham contra nós.
As nossas transgressões estão sempre conosco, e reconhecemos as nossas iniqüidades: rebelar-nos contra o Senhor e traí-lo, deixar de seguir o nosso Deus, fomentar a opressão e a revolta, proferir as mentiras que os nossos corações conceberam.” (Is 59.12 e 13). O exército de Israel não teve forças para resistir aos ataques e à perseguição do exército de Ai – caíram à espada, viraram as costas e fugiram covardemente – foi uma vergonha nacional! “Por isso cerca de três mil homens atacaram a cidade; mas os homens de Ai os puseram em fuga, chegando a matar trinta e seis deles. Eles perseguiram os israelitas desde a porta da cidade até Sebarim, e os feriram na descida. Diante disso o povo desanimou-se completamente.” (vs 4 e 5).
Deus retirou Sua benção sobre o povo porque Ele não admite convivência e nem a conivência com o pecado: “Por isso os israelitas não conseguem resistir aos inimigos; fogem deles porque se tornaram merecedores da sua destruição. Não estarei mais com vocês, se não destruírem do meio de vocês o que foi consagrado à destruição” (v12). É a pior situação para o crente e para a Igreja, ficar sem o amparo, a bênção, a proteção, a cobertura de Deus: “Se o Senhor não estivesse do nosso lado; que Israel o repita: Se o Senhor não estivesse do nosso lado quando os inimigos nos atacaram,  eles já nos teriam engolido vivos, quando se enfureceram contra nós;  as águas nos teriam arrastado e as torrentes nos teriam afogado;  sim, as águas violentas nos teriam afogado! Bendito seja o Senhor, que não nos entregou para sermos dilacerados pelos dentes deles.Como um pássaro escapamos da armadilha do caçador; a armadilha foi quebrada, e nós escapamos.O nosso socorro está no nome do Senhor, que fez os céus e a terra”. (Sl 124).
É loucura querer brincar de “esconde-esconde” com Deus ou zombar dEle: “Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá.” (Gl 6.7). Deus é amor, mas também é Justo Juiz: “Pois conhecemos aquele que disse:“A mim pertence a vingança; eu retribuirei”; e outra vez: “O Senhor julgará o seu povo” Terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo!” (Hb 10.30 e 31). Encobrir o pecado é optar pelo fracasso e pela derrota na vida: “Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia”. (Pv 28.13).
Você precisa de mais base bíblica para a confissão do seu pecado? Para pecar não teve vergonha, não deu importância aos princípios da Palavra para sua vida. Para consertar com Deus fica todo envergonhado e armado de argumentos! “Os sacrifícios que agradam a Deus são um espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito, ó Deus, não desprezarás.” (Sl 51.17)
3. DEUS TEM O REMÉDIO PARA A SOLUÇÃO DO PROBLEMA DO PECADO
Assim como o pecado é um processo, a solução do pecado também. Começa com o reconhecimento da culpa e do pecado, segue-se o arrependimento e a chave está na CONFISSÃO: “Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia.” (do Senhor – Pv 28.13). Misericórdia é não receber de Deus o castigo que merece. Graça é receber de Deus o favor que não merece.
Depois do reconhecimento da culpa, do arrependimento e da confissão, acontece o perdão e o passo seguinte é a santificação: “Vá, santifica o povo! Diga-lhes: Santifiquem-se para amanhã…” (v13). Santificação é separação do pecado para Deus, para que Deus possa operar livremente no meio do povo com vitórias. Santificação é processo constante, dinâmico e crescente do Espírito Santo em nossa vida, pela Palavra assimilada.
A purificação dos pecados vem da confissão, precedida de reconhecimento do pecado e arrependimento dele – 1 Jo 1.9: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é Fiel e Justo para perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”
É promessa de Deus a purificação de nossos pecados: “Embora os seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura, como a lã se tornarão” (Is 1.18).
Concluindo, irmãos, não há nada oculto diante de Deus. Um dia será revelado. Não haverá prosperidade na vida em que há pecados encobertos, em todos os sentidos. Mesmo que aparentemente esteja havendo prosperidade material, não será duradoura! A solução é o arrependimento e a confissão a Deus. Todo o povo e exército de Israel foram derrotados por causa do pecado da desobediência de um só homem!
Paulo escreveu aos romanos: “Não se pode comparar a dádiva de Deus com a conseqüência do pecado de um só homem: por um pecado veio o julgamento que trouxe condenação, mas a dádiva decorreu de muitas transgressões e trouxe justificação. Se pela transgressão de um só a morte reinou por meio dele, muito mais aqueles que recebem de Deus a imensa provisão da graça e a dádiva da justiça reinarão em vida por meio de um único homem, Jesus Cristo. Conseqüentemente, assim como uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens, assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens. Logo, assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também, por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos.” (Rm 5.16 a 19).
Hoje é dia de conscientização, de reconhecimento de culpa, de restauração, de purificação, de arrependimento e de confissão!
Hoje é dia de Perdão e não de punição!
Que Deus assim nos abençoe.
Pr. Ageo Silva
NOTA: Mensagem preg

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O pecado está banal

A verdade é que o pecado tem virado amigo do povo de Deus, é isso mesmo, esta sendo banalizado, proibido pregar sobre ele em alguns lugares, o pecado tem sido incoberto, será que o povo de Deus está errando o caminho?

volte agora para Jesus, mesmo que você nunca se desviou, se está na igreja tendo uma vida desturpada tem que voltar para Jesus e se arrepender faça uma nova aliança com ele...

Miss Gabriela Linhares

alguns pecados

1- Gula 
2- Avareza 
3- Luxúria 
4- Ira 
5- Inveja 
6- Preguiça 
7- Vaidade 
8- Homicídio 
9- Adultério 
10- Furto 
11- Mentira 
12- Feitiçaria 
13- Idolatria 
14- Desobedecer os pais 
15- Blasfêmia 
16- Embriagues 
17- Fornicação 
18- Dizer palavras torpes 
19- Calunia (falar mal dos outros) 
20- Timidez (no sentido de ser medroso, covarde) 
21- Suicídio 

alguns tipos de pecados

Essa postagem não é nossa


Na Bíblia são mencionados os pecados que são e os que não são para morte. Todo pecado é transgressão diante de Deus, mas nem todo pecado é igual aos olhos de Deus.

Veja as conseqüências do pecado no mundo (Rm 5.12)

A) Receberam o conhecimento do bem e do mal, tornando-se igual a DEUS no discernimento do que é certo ou errado e assim podendo fazer a suas escolhas de qual deles seguir, fazendo assim com que entrasse o pecado no mundo.

B) Morreram espiritualmente e por isso todos que nascem estão destinados a ir p/ o inferno por estarem mortas espirituais (Rm 3.23).

C) Tornara-se servos do diabo, por ter o seguido e obedecido a ele, e assim perderam o direito de reinar sobre toda a criação e o diabo o recebeu esse direito e estar fazendo uso dele até hoje, mesmo depois de Jesus ter tirado dele esse direito (Mt 4:9).

D) A morte entrou no mundo e estar agindo até hoje e agirá até Jesus vim nos ressuscitar e nos dá um novo corpo, um igual ao seus glorifico, onde a morte não tem mais domínio.

E) Fez com que a maldição entrasse na terra e assim, teriam que trabalhar duro no decorrer da vida e passar por doenças e muitas angustias e aflições(Por deficiências cegueira, surdez, paralisia, mudez e outros maldições que faz com muitas pessoas sofram durante toda a vida.

Os pecados que existem, se classificação em dois tipos: Pecados para morte espiritual e eterna se morrer neles e pecados que não mata espiritualmente, mais que não evitam as suas conseqüências naturais na vida da pessoa (1 Jo 5.16).

O pecado tem gradação, como se vê nas seguintes expressões bíblicas: “grande pecado” (Êx 32.30,31; 1 Sm 2.17; Sl 25.11; Am 5.12); “maior pecado” (Jo 19.11); “muito grande pecado” (1 Sm 2.17; 2 Sm 24.10 com 1 Cr 21.8,17); “muitos pecados” (Lc 7.47); “multidão de pecados” e “multiplicar pecados” (Ez 16.51; Os 13.2; Tg 5.20).

O pecado para morte (1 Jo 5.16), dependendo de sua gradação, traz como conseqüências: sofrimentos, morte espiritual, morte física e até perdição eterna.

São, na verdade, tipos de pecado que levam o seu praticante à morte física prematura, como: desobediência deliberada (1 Rs 13.26); incesto (1 Co 5.5); murmuração (1 Co 10.5); profanação (1 Co 11.29-32); desvio (Jr 16.5,6); tentar a Deus (Nm 14.29,32,35; 18.22; 27.12-14); falsidade (At 5.10); rebeldia, não a momentânea, mas como estado (Ef 6.3).

Esse tipo de pecado, como um estado, envolve transgressão e desobediência deliberadas, continuadas, conscientes. Os praticantes desse tipo de pecado estão mortos espiritualmente e somente poderão receber a vida caso se arrependam de verdade. E o verdadeiro arrependimento envolve intelecto, sentimento e vontade.

O arrependimento de Judas, por exemplo, foi incompleto, posto que envolveu apenas a parte sentimental e possivelmente a intelectual, não resultando em ação, como no caso de Pedro. Na parábola dos dois filhos (Lc 15) vemos que o filho pródigo teve um arrependimento completo.

Quando ao que diz a Palavra de Deus sobre não orar pelos que pecam para a morte (1 Jo 5.17), isso não quer dizer que não devamos interceder por essas pessoas — pois o crente deve orar até pelos seus inimigos (Mt 5.44; Sl 109.4) —, mas somente que não haverá certeza de uma resposta. Isso porque o Senhor respeita o livre-arbítrio (2 Cr 15.2; 26.5; 1 Sm 2.30).

Os pecados que levam os crentes se esfriar espiritualmente até morrer e assim perderam a salvação são:

1) Não perdoar os pecados, que as outras pessoas fez contra você (Mt 6.15). Para entender o tão serio é esse pecado leia a Parábola do devedor mau (Mt 18.21-35).

2) Cometer escândalos: pessoas que fazem ou levam outros a pecarem e difamarem a Igreja e os Cristãos e o nome de Jesus e assim por serem fracos na fé abandonar a Jesus(Mt 18.6,7). 1Co 6.9,10

3) Cometer adultério: Adultério para com a palavra de DEUS é o que o nosso Senhor Jesus menciona a respeito em (Mt 19.5 - 9).

4) Idólatras: Não é só ídolos, mais também é qualquer coisa ou pessoa que um Cristão considera e colocar em lugar em sua vida.

5) Devasso ou impuro(Imoral):Pessoas que fazem atos que é contra a moral e os bons costumes que DEUS estabeleceu e ordenou ao ser humano praticar.Ex: Usar roupas que atraem os olhares lascivos de outras pessoas e palavras imorais.

6) Sodomitas, lesbianismo e efeminados: São pessoas que trocaram o modo de agir e de praticar os atos sexuais, por outros contrários ao que DEUS determinou leia (Romanos 1:26,27). Ex: A passeata do orgulho gay que acontece em São Paulo e já em todo o Brasil que neste ano de 2011 se encontram milhares de pessoas nelas.

7) Ladrões e roubadores: Pessoas que adquirem alguma coisa pra si ou para os outros, sem terem trabalhado e nem ganhado aquilo de uma forma honesta. Ex: prestadores de serviço, que cobram sem terem feito o serviço ou preço duas, três ou mais vezes do valor que deveria e mentido ainda para justificar o alto preço do serviço prestado.

8) Avarentos: E a pessoa que tem apego exagerado a dinheiro e coisas materiais (mesquinho), que também é o mesmo que idolatria (Cl 3:5).

9) Bêbados ou beberão: Pessoas que só levam a vida em destruir seu corpo com as bebidas, DEUS nos aconselha a não bebemos e sim nos enchemos do Espírito Santo (Ef 5.18)

10) Maldizentes: Pessoas que se reclamam da própria vida e falam mal da vida dos outros (fofoqueiros).

11) Fornicação ou Prostituição: Pessoas que praticam sexo antes do casamento ou qualquer sexo que seja contrario o que DEUS determinou, que é natureza com natureza ou seja o órgão reprodutor masculino com o da mulher o que passar disso é fornicação, nosso corpo é templo do Espírito Santo(1Co 6.18-20) 12 ) Injustos: Tudo aquilo que alguém faz com os outros que ele não queria que se fizesse com ele (Cl 3.25). Pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas.
Gl 5.19-21

13) Lascívia: Pessoas de Conduta vergonhosa, com sensualidade, imoralidade sexual e piadas imorais.

14) Feitiçarias: Pessoas que buscam e praticam: feitiçaria e suas ramificações exemplos delas são: macumba, misticismo, cartomancia, adivinhação, espiritismo, astrologia: Ex:signo nos jornais e revistas simpatias que são encantamentos diabólicos, Nova Era com seu ocultismo e a simbologia.

15) Inimizades: Pessoas que só vivem fazendo inimizade com outras pessoas. Em vez de ser luz para o mundo essas pessoas são trevas e por isso as pessoas se intrigam com eles.

16) Porfias: Pessoas que fazem disputas, rixas e contendas exemplos de coisa a ser evitada que faz com que porfiemos: jogo de futebol e qualquer outro que cause brigas, contendas e inimizades entres as pessoas.

17) Discórdias ou Dissensões: Pessoas que discordam de quase tudo, que não entra em acordo com as outras pessoas e sempre é contra as atitudes do pastor e da Igreja e da maiorias dos irmãos na fé.

18) Iras: São pessoas que deixam a raiva, o ódio e a fúria lhe dominar, e os incitar contra os outros.

19) Orgias(Glutonarias): Pessoas apegadas exageradamente as festas(festejos) com as farras e as bebidas e comidas que tem nelas.

20) Pelejas: Pessoas que gostam e fazem ou estão em guerras e brigas.

21) Heresias ou facções: Pessoas que criam doutrinas contrárias as de DEUS; Ex: Dizer que não é pecado se prostituir, dizer que salvo uma vez, salvo para sempre e tudo mais que comprometa a salvação da alma das pessoas é heresia e DEUS não tem por inocente quem assim age.

22) Invejas: Pessoas que tem pesar ou desgosto da felicidade e dos bens que os outros possuem e desejam o que ela tem.

23) Timidez ou vergonha: As pessoas que tem vergonha de ser seguidor de Jesus e de testemunha publicamente sua fé em Jesus (Mc 8.38;Ap 21.8)

24) Incrédulos: Cristão que nascem em lar Cristão e nunca verdadeiramente deram credito e se convencerão que eram salvos por serem praticante de uma religião e todos as outras pessoas que não crêem na bíblia como a Palavra escrita de DEUS.

25) Abomináveis: Pessoas que praticam pecados imundos e nojentos, como: pedofilia, sexo com animal e tudo mais que seja nojento de até se pensar.

26) Assassinos. São todos os que matam os outros literalmente e também que ferem e até matam a fé ou amor de outras pelas suas palavras e ações.

27) mentirosos: Mentira é tudo quanto não é verdade ou não estar sendo sincero, não tem como uma pessoa afirmar ser seguidor de Jesus de ele estar diariamente mentindo, isso por que Jesus é a verdade (Jo 14.6) e todos que o seguem tem que seguir a verdade.

28) Abandonar a fé em Jesus: Não seguir mais Jesus depois de ser salvo por Ele e conhecedor de DEUS e participante da unção do Espírito Santo(Hebreu 6:4 a 6), estar pessoa estar condenado ao inferno.

29) Blasfemar contra o Espírito Santo: (Mc 3.29).

30) Suicidar-se ou seja tirar a sua própria vida: (1 Co 3.17). Esse pecado não tem perdão e sendo assim quem o pratica também estar condenado ao inferno.

Os pecados que não são para morte espiritual: São todos aqueles preceitos justos e mandamentos que se encontra na Bíblia que é de nossa obrigação praticá-los. Ex: dá a quem te pede(Mt 5:42), Orai sem cessar(1 Ts 5:17), coloquem em primeiro lugar nas suas vidas o reino de DEUS(Mt 6:33).

As conseqüências desses pecados são: perdemos de receber benção matérias e espirituais, e impede o nosso crescimento espiritual e alguns deles deixa os que pratica acessível a praticamos alguns pecados para a morte espiritual.

O pecado mortal é uma violação intencional aos Dez Mandamentos (em pensamentos, palavras ou obras) cometido com total conhecimento da gravidade do assunto, e resulta na perda da salvação. A salvação pode ser reconquistada através de arrependimento e do perdão de Deus. Pecado venial pode ser uma violação aos Dez Mandamentos ou um pecado de natureza menor, mas é cometido sem a intenção e/ou sem total consentimento. Apesar de causar danos ao relacionamento com Deus, o pecado venial não resulta na perda da vida eterna.

Biblicamente, os conceitos de pecado mortal e venial apresentam vários problemas: primeiramente, estes conceitos apresentam uma visão não-bíblica de como Deus vê o pecado.

Bíblia afirma que Deus será justo em Sua punição do pecado e que no dia do julgamento alguns pecados merecerão maior punição do que outros (Mateus 11:22,24; Lucas 10:12,14). Mas o fato que se deve manter em mente é que todo o pecado será punido por Deus.

A Bíblia ensina que todos pecaram (Romanos 3:23) e que a justa compensação pelo pecado é a morte eterna (Romanos 6:23).

Indo contra os conceitos de pecado mortal e venial, a Bíblia não afirma que alguns pecados são merecedores de morte eterna enquanto outros não o são. Todos os pecados são mortais de sorte que mesmo um único pecado faz o pecador merecedor de eterna separação de Deus.

O Apóstolo Tiago articula este fato em sua carta (Tiago 2:10): “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos.” Repare seu uso da palavra “tropeçar”.

Isto significa cometer um erro ou cair em erro. Tiago está mostrando um quadro em que alguém que está tentando fazer a coisa certa, e mesmo assim, talvez, sem a intenção, comete um pecado. Qual a conseqüência? Deus, através de Seu servo Tiago, afirma que se uma pessoa comete um pecado, mesmo sem a intenção, é culpada de quebrar toda a lei. Uma boa ilustração deste fato é imaginar uma grande janela e entender que esta janela é a lei de Deus. Não importa se a pessoa joga uma pequenina pedra através da janela ou se joga grandes pedregulhos.

O resultado é o mesmo... a janela é quebrada. Da mesma forma, não importa se uma pessoa comete um pequeno pecado ou vários e grandes pecados. O resultado é o mesmo... a pessoa é culpada por quebrar a lei de Deus. E o Senhor declara que Ele não deixará o culpado sem punição (Naum 1:3).

Em segundo lugar, estes conceitos apresentam uma imagem não-bíblica do pagamento de Deus pelo pecado. Em ambos os casos de pecado mortal e venial, o perdão de determinada transgressão depende de alguma restituição feita pelo ofensor.

No Catolicismo Romano, esta restituição pode tomar a forma de confessar-se, fazer certa oração, receber a Eucaristia ou outro ritual de algum tipo. O pensamento básico é que, para que seja aplicado o perdão de Cristo ao ofensor, este deve fazer algum tipo de obra e então o perdão será concedido. O pagamento e perdão da transgressão dependem das ações do ofensor.

É isto que a Bíblia ensina a respeito do pagamento pelo pecado? A Bíblia claramente ensina que o pagamento pelo pecado não se encontra e nem se baseia nas ações do pecador. Considere as palavras de I Pedro 3:18: “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito; ...”

Tome nota das palavras: “Também Cristo padeceu uma vez pelos pecados...” Esta passagem ensina que para a pessoa que crê em Jesus Cristo, todos os seus pecados já foram perdoados na cruz... Cristo morreu por todos eles. Isto inclui os pecados que um crente cometeu antes da salvação e os que ele cometerá após a salvação.

Colossenses 2:13 e 14 confirma este fato: “E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, (Deus) vos vivificou juntamente com ele (Cristo), perdoando-vos todas as ofensas, Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.” Deus já “...perdoou-nos todas as ofensas...”. Não somente os pecados do passado, mas todos eles.

Eles foram cravados na cruz e tirados do meio de nós. Quando Jesus, na cruz, afirmou: “Está consumado” (João 19:30), Ele estava afirmando que Ele já tinha feito tudo o que era necessário para conceder perdão e vida eterna àqueles que Nele cressem. É por isso que Jesus diz em João 3:18 que “Quem crê nele (Jesus) não é condenado...”.

Paulo afirma este fato em Romanos 8:1: “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.” Por que não são os crentes julgados? Por que não há condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus? É porque a morte de Cristo satisfez a justa ira de Deus contra o pecado (I João 4) e agora aqueles que confiam em Cristo não pagarão a pena do pecado.

Apesar dos conceitos de pecado mortal e venial colocarem a responsabilidade em se ganhar o perdão de Deus para dada transgressão nas mãos do transgressor, a Bíblia ensina que todos os pecados de um crente são perdoados na cruz de Cristo. A Bíblia ensina pela palavra (Gálatas 6:7 e 8) e exemplo (II Samuel 11-20) que quando um cristão se envolve com o pecado ele pode ceifar conseqüências temporais, físicas, emocionais, mentais e/ou espirituais. Mas o crente nunca vai precisar readquirir o perdão de Deus por causa do pecado pessoal porque a Palavra de Deus declara que a ira de Deus ao pecado do crente já foi completamente satisfeita na cruz.

Em terceiro lugar, estes conceitos apresentam uma visão não-bíblica de Deus lidando com Seus filhos. Claramente, de acordo com o Catolicismo Romano, uma das conseqüências em se cometer um pecado mortal é que ele remove a vida eterna do transgressor. Também, de acordo com este conceito, Deus novamente concederá vida eterna através do arrependimento e boas obras.

A Bíblia ensina que a pessoa que é verdadeiramente salva por Deus através de Cristo pode perder sua salvação e novamente ganhá-la? Claramente a Bíblia não ensina isto. Uma vez que alguém coloca sua fé em Cristo para o perdão de pecados e vida eterna, a Bíblia ensina que a pessoa está eternamente segura... não poderá se perder. Considere as palavras de Jesus em João 10:27-28: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão.”

Considere também as palavras de Paulo em Romanos 8:38-39: “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”

Refletindo no fato da total satisfação da ira de Deus em relação ao pecado na morte de Cristo, nossos pecados não podem nos separar do amor de Deus. Em amor, Deus escolhe tomar a morte de Cristo como pagamento pelos pecados do crente e não os mantém contra o crente.

Então, quando um crente peca, o perdão de Deus em Cristo já está presente e, apesar do crente experimentar conseqüências impostas do pecado, não há perigo de que se retire o amor e perdão de Deus. Em Romanos 7:14-25, Paulo claramente afirma que um crente lutará com o pecado através de sua existência terrena, mas que Cristo nos salvará deste corpo de morte. E “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus…” (Romanos 8:1). Apesar de o conceito de pecado mortal ensinar que a pessoa pode perder a salvação através do pecado pessoal, a Bíblia ensina que o amor de Deus e favor nunca serão removidos de Seus filhos.

A graça de Deus não somente redime o crente de cada feito contrario à lei, mas também guia o crente a um viver santo e faz que seja motivado às boas obras. Isto não significa que o crente jamais peca, mas que sua paixão será honrar a Deus por causa da graça de Deus trabalhando em sua vida. O perdão e santidade são dois lados da mesma moeda da graça de Deus… andam lado a lado.

Apesar de o crente poder ocasionalmente tropeçar e cair em pecado e mesmo o fazer de forma significativa, o caminho geral e direção de sua vida será o de santidade e paixão por Deus e Sua glória. Se alguém seguir os conceitos de pecado mortal e venial, esta pessoa poderá ser enganada a ver o pecado como uma atitude não tão séria, pensando que ele pode pecar por vontade e simplesmente buscar o perdão de Deus o quanto quiser.

A Bíblia nos instrui que o verdadeiro crente jamais verá o pecado de forma casual, e lutará, na força da graça de Deus, para viver uma vida santa.

Que o Senhor abençoe e nos guarde em nome de Jesus, amém!

Por que confessar pecados?

O Que a Bíblia Diz?Por que confessar pecados?
Diversas vezes na Bíblia, encontramos casos de servos de Deus que confessaram seus pecados, ou mandamentos sobre esta prática. Por que confessar nossos pecados?
ŒDevemos confessar os nossos pecados a Deus para receber perdão. João escreveu aos cristãos: "Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:8-9). A confissão aqui é feita pelo cristão ao Pai, com ajuda do Advogado Jesus Cristo. Alguns pecados não precisam ser confessados a outros homens, mas todos precisam ser confessados ao Senhor para receber o perdão dele.
Devemos confessar os nossos pecados às pessoas que ofendemos. Jesus mostrou que tal confissão é necessária para receber o perdão do irmão ofendido: "Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe" (Lucas 17:3-4).
Ž Devemos confessar os nossos pecados às pessoas que podem nos ajudar. Quando Simão reconheceu seu erro, ele pediu as orações de Pedro (Atos 8:24). Tiago disse: "Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo" (Tiago 5:16).
 Pecados conhecidos por outros precisam ser confessados para restabelecer a comunhão. Mateus 18:15-17 diz: "Se teu irmão pecar [contra ti], vai argüi_lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão. Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça. E, se ele não os atender, dize_o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera_o como gentio e publicano." A cada etapa, a pessoa ou aceita a correção ou recusa ouvir. Como sabemos a diferença? A pessoa teria que falar, ou confessando o seu pecado (veja o exemplo de Davi em 2 Samuel 12:13) ou negando a sua culpa (como Saul fez em 1 Samuel 15:20). Se confessar o pecado e pedir perdão na primeira conversa com uma pessoa, o problema será resolvido. Se outras pessoas forem envolvidas, tentando corrigir o pecador, ele terá que confessar diante delas, também, para tirar qualquer obstáculo à comunhão com os irmãos. Assim, pode chegar ao ponto de confessar o pecado à igreja toda. Quando isso acontece, o irmão arrependido deve ser perdoado e recolhido com amor, pois o diabo ainda estará tentando destrui-lo (veja 2 Coríntios 2:5-11).
-por Dennis Allan

Diretório sobre pecado

Gostaria de saber se pecado confessado é pecado perdoado. Que a paz esteja convosco.

Querida Amiga,
Pecado confessado é pecado perdoado. Realmente, quando confessamos a Deus nossas faltas e pecados, Ele perdoa.
Disse o próprio Cristo: “Todo pecado e blasfêmia se perdoará aos homens” (Mat. 12:31). O apóstolo João escreveu: “1Jo 1:9: Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”
A escritora cristã Ellen White escreveu as seguintes palavras sobre a confissão:
“Abra o Coração a Deus”
O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” Prov. 28:13.
As condições para obter misericórdia de Deus são simples, justas e razoáveis. O Senhor não requer de nós atos penosos a fim de que alcancemos o perdão dos pecados. Não precisamos empreender longas e cansativas peregrinações, nem praticar duras penitências a fim de recomendar nossa alma ao Deus do Céu ou expiar nossas transgressões; mas o que confessa os seus pecados e os deixa, alcançará misericórdia.
Diz o apóstolo: “Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis.” Tia. 5:16. Confessai vossos pecados a Deus, que é o único que os pode perdoar, e vossas faltas uns aos outros. Se ofendestes a vosso amigo ou vizinho, deveis reconhecer vossa culpa, e é seu dever perdoar-vos plenamente. Deveis buscar então o perdão de Deus, porque o irmão a quem feristes é propriedade de Deus e, ofendendo-o, pecastes contra seu Criador e Redentor. O caso será levado perante o único Mediador verdadeiro, nosso grande Sumo Sacerdote, que “como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado”, e que Se compadece “das nossas fraquezas” (Heb. 4:15), sendo apto para purificar-nos de toda mancha de iniqüidade.
Os que não humilharam ainda a alma perante Deus, reconhecendo sua culpa, não cumpriram ainda a primeira condição de aceitabilidade. Se não
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experimentamos ainda aquele arrependimento do qual não há arrepender-se, e não confessamos os nossos pecados, com verdadeira humilhação de alma e contrição de espírito, aborrecendo nossa iniqüidade, nunca procuramos verdadeiramente o perdão dos pecados; e se nunca buscamos a paz de Deus, nunca a encontramos. A única razão por que não temos a remissão dos pecados passados, é não estarmos dispostos a humilhar o coração e cumprir as condições apresentadas pela Palavra da verdade. Acerca deste assunto são-nos dadas explícitas instruções. A confissão de pecados, quer pública quer privada, deve ser de coração, expressa francamente. Não deve ser obtida do pecador à força de insistência. Não deve ser feita de maneira negligente ou folgazã, nem extorquida dos que não reconhecem o abominável caráter do pecado. A confissão que é o desafogo do íntimo da alma, achará o caminho ao Deus de infinita piedade. Diz o salmista: “Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva os contritos de espírito.” Sal. 34:18.
A confissão verdadeira tem sempre caráter específico e faz distinção de pecados. Estes podem ser de natureza que devam ser apresentados a Deus unicamente; podem ser faltas que devam ser confessadas a pessoas que por elas foram ofendidas; ou podem ser de caráter público, devendo então ser confessados com a mesma publicidade. Toda confissão, porém, deve ser definida e sem rodeios, reconhecendo justamente os pecados dos quais sois culpados.
Nos dias de Samuel os israelitas apartaram-se de Deus. Estavam sofrendo as conseqüências do pecado, pois haviam perdido a fé em Deus, deixado de
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reconhecer Seu poder e sabedoria para governar a nação, perdido a confiança em Sua capacidade de defender e reivindicar Sua causa. Volveram costas ao grande Rei do Universo, desejando ser governados como as nações ao seu redor. Para encontrar paz fizeram esta definida confissão: “A todos os nossos pecados temos acrescentado este mal, de pedirmos para nós um rei.” I Sam. 12:19. Importava que confessassem justamente o pecado do qual tinham sido convencidos. A ingratidão oprimia-lhes a alma, separando-os de Deus.
A confissão não será aceitável a Deus sem o sincero arrependimento e reforma. E preciso que haja decisivas mudanças na vida; tudo que seja ofensivo a Deus tem de ser renunciado. Este será o resultado da genuína tristeza pelo pecado. A obra que nos cumpre fazer de nossa parte, é-nos apresentada claramente: “Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos Meus olhos e cessai de fazer mal. Aprendei a fazer bem; praticai o que é reto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas.” Isa. 1:16 e 17. “Restituindo esse ímpio o penhor, pagando o furtado, andando nos estatutos da vida e não praticando iniqüidade, certamente viverá, não morrerá.” Ezeq. 33:15. Paulo diz, falando da obra do arrependimento: “Quanto cuidado não produziu isso mesmo em vós que, segundo Deus, fostes contristados! Que apologia, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vingança! Em tudo mostrastes estar puros neste negócio.” II Cor. 7:11.
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Quando o pecado embota as percepções morais, o transgressor já não discerne os defeitos de seu caráter, nem reconhece a enormidade do mal que cometeu; e a menos que se renda ao poder persuasivo do Espírito Santo, permanece em parcial cegueira quanto aos seus pecados. Suas confissões não são sinceras e ferventes. A cada reconhecimento de seu pecado acrescenta uma desculpa em justificação de seu procedimento, declarando que se não fossem certas circunstâncias, não teria praticado este ou aquele ato, pelo qual está sendo reprovado.
Depois de haverem Adão e Eva comido do fruto proibido, ficaram cheios de um sentimento de vergonha e terror. A princípio seu único pensamento era como desculpar seu pecado e escapar à temida sentença de morte. Quando o Senhor os interrogou acerca de seu pecado, Adão respondeu, lançando a culpa em parte sobre Deus e em parte sobre a companheira: “A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi.” A mulher lançou a culpa sobre a serpente, dizendo: “A serpente me enganou, e eu comi.” Gên. 3:12 e 13. Por que fizeste a serpente? Por que lhe permitiste entrar no jardim? Estas eram as perguntas que transpareciam das palavras com que procurava desculpar seu pecado, lançando, assim, sobre Deus a responsabilidade de sua queda. O espírito de justificação própria originou-se no pai da mentira, e tem sido manifestado por todos os filhos e filhas de Adão. Confissões desta ordem não são inspiradas pelo Espírito divino, e não são aceitáveis a Deus. O arrependimento verdadeiro levará o homem a suportar ele mesmo sua culpa e reconhecê-la sem engano nem hipocrisia. Como o pobre publicano, que
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nem ao menos os olhos ousava erguer ao céu, clamará: “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!” (Luc. 18:13) e os que reconhecerem sua culpa serão justificados, pois Jesus apresenta Seu sangue em favor da alma arrependida.
Os exemplos que a Palavra de Deus nos apresenta de genuíno arrependimento e humilhação revelam um espírito de confissão em que não há escusa do pecado, nem tentativa de justificação própria. Paulo não procurava desculpar-se; pintava seus pecados nas cores mais negras, não procurando atenuar sua culpa. Diz ele: “Encerrei muitos dos santos nas prisões; e, quando os matavam, eu dava o meu voto contra eles. E, castigando-os muitas vezes por todas as sinagogas, os obriguei a blasfemar. E, enfurecido demasiadamente contra eles, até nas cidades estranhas os persegui.” Atos 26:10 e 11. Não hesita em declarar que “Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal”. I Tim. 1:15.
O coração humilde e contrito, rendido pelo arrependimento genuíno, apreciará algo do amor de Deus e do preço do Calvário; e, como um filho confessa sua transgressão a um amante pai, assim trará o verdadeiro penitente todos os seus pecados perante Deus. E está escrito: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” I João 1:9.” (Caminho a Cristo, pgs. 37-40)
Deus a abençoe.
Pr. Roberto Biagini.
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